terça-feira, 17 de abril de 2012
Ora nos meus estudos sobre o desenvolvimento do homem aqui fica uma frase de todo interessante e para reflectir. " A agressividade não constitui uma garantia de sobrevivência; a sociabilidade,sim." por Robert Clarke
sábado, 10 de março de 2012
Todas as Rosas têm espinhos.
É uma afirmação. Nem sei porquê que se insiste tanto nas rosas e como se não bastasse vermelhas, lá com a mania de que significam o amor e a paixão, eu até só gosto de gerberas e girassóis e rosas se tiver mesmo de ser, prefiro amarelas, bejes ou creme (como preferirem chamar). Ao longo destes poucos anos aqui no Mundo já coleciono cerca de quatro rosas vermelhas que eu deixei secar e conservo e mais uma desenhada. Mas todas as rosas têm espinhos e sendo eu uma pessoa de memórias até nem vasculho muito a gaveta onde as guardo. No entanto ultimamente pergunto-me de que me vale guardá-las? Foram dadas com tanto amor e carinho (quero acreditar que sim) e hoje não passam de flores secas das quais nem gosto assim tanto, até mais porque de muito amor e paixão tornaram-se ódio, distância, mágoa, tristeza. Lá está todas as rosas têm espinhos.
O que me testa o cérebro é o porquê das relações entre seres humanos se detrioram?! Quem é que não terá feito esforço suficiente para que a relação durasse? Ou será que se fez de mais? Afinal a virtude está no meio...
Chateia-me, mata-me o cérebro não entender o ser humano e a mentira sobre sentimentos e objectivos.
Asssim como esta história do Kony no Uganda ou o bem presente na minha memória (e de todos os outros seres humanos do presente) massacre em Ruanda onde morreram mais de 700 mil Tutsis e centenas de Hutús, sem esquecer entre 1992-1995 o massacre Bósnio e claro aquele que sempre me impressionou mais e teve a maior das atenções da minha parte que foi o Holocausto. Uma visita a um campo de concentração não é para qualquer pessoa. São hectares de solo infértil, o terreno é cheio de lama, às 16h da tarde começa a fazer-se noite, e o frio? Esse é mais ainda do que aquele que nos queixamos durante o dia. Esquecendo tudo isto(quase impossível!) parei para reflectir na crueldade que se gerou homem versus homem e não falo daqueles que fazem guerras por questões religiososas, falo dos prisioneiros(as) destes campos que se encontraram lá todos pelas mesmas razões, serem judeus. E que homem contra homem na morte de um outro lutam pela roupa do morto, pelos sapatos, por um agasalho extra...não me crucifiquem eu sei bem que naquele momento as prioridades do ser eram claramente outras, agora se se justificam? Não tenho resposta. Nem sequer a ousadia de criticar o que se passava dentro dos campos. Mas claro, todas as rosas têm os seus espinhos...e vou na opinião do Primo Levi, a humanidade "exterior" foi culpada do que aconteceu e nada fez para que as atrocidades cometidas e idealizadas por um conjunto de homens fracos e estéreis de bondade, acontecessem.
Depois penso no Roberto Saviano, um jornalista italiano que se infiltrou na máfia Italiana e que escreveu o livro "Gomorrah" onde denuncia todos os processos da máfia italiana de Nápoles e de "colaborações" da máfia italiana com emigrantes africanos. Tive a oportnidade de assistir a uma conferencia com este Senhor que actualmente não tem morada fixa e que vive em constante protecção policial devido às inúmeras ameaças que recebe contra a sua vida. Mais um espinho de uma rosa. E o que fazemos nós para ajudar?? Para acabar com o crime organizado, o tráfico de armas e pessoas? Muito pouco...
Eu também sei que a rosa chamada Putin fez muito pela Rússia, mas não consigo entender como deixamos(deixamos nós humanidade) que ele se candidate de novo ao cargo de primeiro ministro e a Europa assiste impávida e serena ao que acontece porque existem interesses maiores, interesses que se sobrepõem à bondade de homem para homem in loco. E no meio disto tudo a Ucrânia e a Chéchénia?? E os crimes cometidos pelo abastecimento de gás, no norte da Europa??
E agora lembraram-se do Kony que há mais de vinte anos é sabido que cometia este tipo de crimes e nunca ninguém se importou até agora? Eu até participo, eu ajudo, eu até adquiro o kit Kony com as pulseiras muito ao estilo ("Favores em Cadeia"), mas que credibilidade têm esta instituição para contribuirmos economicamente para ela? Sim, porque os "maus" fazem muita coisa má e "trafulhice" mas não se pense que os voluntários e activistas de ONG's são uns santinhos. Sim, porque levam os seus filhos consigo para as supostas "lutas do bem" tudo para apelar ao coração do senso comum e das pessoas menos informadas que foram atacadas crianças sem razão nenhuma, quando uma mãe ou pai no seu perfeito estado de consciência não leva um filho para um local possivelmente perigoso para o seu filho. Os ideias dos pais podem perfeitamente ser passados aos filhos sem os envolverem directamente nestas questões.
Começo a achar que enquanto a " grande humanidade" não se entender, não chegar a consenso e ambos os lados ("bom e mau") não se deixarem de atitudes extremistas e sensasionalistas nunca andaremos para a frente e a rosa mantêm os seus espinhos.
O que eu penso nas horas vazias da minha vida é que o bem tem de vir dos grandes para que os pequenos aprendam. "Que grande novidade, me estás a dar!" diz a minha outra metade do cérebro.
Martin Luther King tem o famoso discurso do : "I have a dream...", eu tenho a esperança que os "bons" queiram mesmo ajudar e não inventem desculpas para ganharem o nosso dinheiro e depois no fim se descobrir que tudo foi uma grande aldrabice.
O meu sonho é tão simples. Eu gostava que de quinze em quinze dias que vou à psicóloga fazer psicoterapia o senhor que está à porta do Bom Sucesso não pedisse incessantemente um Euro para comprar um hamburger na Europoupança do Macdonald's, fazendo-me sentir mal, que rica não sou, fome também não passo, mas gasto dinheiro em tabaco uma atitude que me prejudica directamente a mim de várias formas nomeadamente monetáriamente e na saúde. Mas cansada de ouvir o seu pedido a todos que passavam eu subi os dois andares do shopping a correr e comprei-lhe um hamburguer, quando cheguei cá fora e lhe dei o hamburguer ele meteu-o no bolso do casaco e ignorou-me e continuou a pedir o seu um €uro para o "hamburguer". Meti-me no carro a pensar que enfiei o maior barrete da minha vida. Provavelmente sim. Outras vezes não.
Gostaria que não houvesse pessoas a dizerem-me que não têm de fazer caridade porque são médicos e vão salvar muitas vidas, acedito que sim, mas isso não é caridade. Gostaria que quem precisasse de ajuda fosse verdadeiro e pedisse comida porque era mesmo isso que lhe fazia falta no momento. Gostava que julgassem menos as assistentes sociais que muitas vezes nos parecem frias e intocáveis e no fundo são os corações mais moles e tristes por se aperceberem e conviverem com famílias totalmente desestruturadas, idosos que são neglegenciados pelos próprios filhos e a restante sociedade.
Claro queria que as relações de amizade e amor fossem como um sonho e não existesse mágoa nem palavras más. E que todos nos apercebessemos que o amor entre pessoas dá muito trabalho, são precisas milhões de horas de conversa, trabalho, dedicação e presença para o outro o mais possível mesmo tendo um horário muito completo, uma vida muito atarefada o amor resolve tudo, o amor a paciência e a disponibilidade mental para seguir esse passo.
Daí todas as rosas têm espinhos é uma afirmação para uma outra frase que me disseram há uns anos atrás. "Todos temos coisas boas e más." Claro que podemos trabalhá-las ou apenas a aprender a viver com elas, porque em algum momento determinado "defeito" pode vir a favorecer-nos e uma "virtude" a desfavorecer.
Não sou nenhuma hippie, não sou a pessoa mais zen do mundo(nem lá perto chego), também magoo quem muitas vezes me magoa com ou sem intenção, mas tento muito, exijo de mim atitudes que eu penso serem as mais certas, mas sou eu que penso. Quem me garante que elas são mesmo certas? E sempre ouvi dizer: "Entre marido e mulher não se mete a colher!" portanto que direito temos nós de nos meter na eleição do Putin na Rússia? Que direito temos nós de nos meter na vida de um casal vizinho que ouvimos discutir muito e até bater?
Não sei...e ainda bem que ainda não sou mãe, porque estes pensamentos ocorrem-me e tal como a Mafaldinha do Quino a minha mãe vai a correr à Farmácia comprar "NERVOCALM" para o meu pai!!!
We Agree to Disagree
9-3-2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Olá!!!!
Tenho andado desaparecida mas não me esqueço de vocês e tenho umas aquisições dos saldos que estou ansiosa por vos mostrar e receber conselhos vossos de como usar.
Para hoje coloco aqui dois trailers de filmes que fui ver. Não quero de todo ser spoiler(um defeito grande meu), mas aconselho o Três vezes Vinte, é sobre a velhice (um tema que me é querido). O filme em si é curto e não chega a desenvolver bem a ideia do que é entrar nos 60 anos mas sentir-se com 40. De qualquer forma é bom para despertar a sensibilidade de todos nós em relação à velhice, que no fundo para mim não é velhice mas sim uma idade com outro sabor e outra liberdade.
Em relação aos Marretas é uma comédia musical (para mim até demais), mas o que eu gostei mesmo foi de rever as personagens todas em especial o Biker que é sempre o alvo das experiências e a Miss Piggy que muda pelo menos cinco vezes de penteado e é editora da Vogue Paris Plus Size!!!
***
Desejo-vos um bom dia!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
E pronto
E pronto o meu dente do siso ao fim de estes anos todos(não são assim tantos) resolveu dar sinal da sua existência. E está a fazer o seu trabalho na perfeição.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Golden Globe Awards
Falaram imenso dos Golden Globe Arwads, ah e tal feio, bonito, vassoura, gorda, magra, tudo e mais alguma coisinha.
Parece-me é que ninguém se lembrou da Laura Dern.
Parece-me é que ninguém se lembrou da Laura Dern.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
" A minha semana com Marilyn "
http://www.youtube.com/watch?v=wXRW4w5xwVM&feature=related
Já à uns tempos que li uma crítica sobre um livro que ia sair com a biografia de Marilyn.
Eu gostei imenso da crítica e fiquei com alguma vontade de ler, mas nem sempre há tempo para tudo e fui deixando.
Ontem fui ver o filme " A minha semana com Marilyn" o filme não é extraordinário pela realização, luz ou som. Neste filme quem faz do filme um elemento a não perder é a Michelle Williams.
O guarda-roupa não é nada de especial o que mais gostei foi da maquilhagem e do cabelo.
Com este filme confirma-se mais uma vez que Marilyn é uma diva muito insegura a quem faltou um lar que a suportasse no mundo louco de Hollywood.
Deixo-vos o trailer para abrir o apetite!!!
Já à uns tempos que li uma crítica sobre um livro que ia sair com a biografia de Marilyn.
Eu gostei imenso da crítica e fiquei com alguma vontade de ler, mas nem sempre há tempo para tudo e fui deixando.
Ontem fui ver o filme " A minha semana com Marilyn" o filme não é extraordinário pela realização, luz ou som. Neste filme quem faz do filme um elemento a não perder é a Michelle Williams.
O guarda-roupa não é nada de especial o que mais gostei foi da maquilhagem e do cabelo.
Com este filme confirma-se mais uma vez que Marilyn é uma diva muito insegura a quem faltou um lar que a suportasse no mundo louco de Hollywood.
Deixo-vos o trailer para abrir o apetite!!!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Olha, a mãe da Noiva!
Já sei, já sei. As chefes juntaram-se todas com a chefona e tiraram uma foto todas juntinhas (bem amiguinhas!). Dispensam-se as apresentações, começa pela X, no meio tem a Anna Wintour, ah esperem e no fim tem a mãe da noiva. É que não consegui descobrir se o "vestidinho" da chefe da Vogue portuguesa pertence a algum criador português (que seria o mais lógico, até!)mas que está um clichê de todo o tamanho está. Vestido comprido? Daqueles que arrasta no chão quando eu subo as escadas, que coisa mai linda!!!
Dá-me uma dor nos olhos e na alma quando vejo a foto e olho para o lado esquerdo.
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